– A ministra da Mulher, Família e Protecção Social, apresentou hoje uma proposta aos chefes de redação dos órgãos de comunicação social públicos e privados para a criação de uma Rede de Jornalistas para Protecção Social na Guiné-Bissau.
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| Cadi Seide |
Na ocasião, Cadi Seide disse que as questões sociais constituem a base da sociedade guineense, frisando que a instituição que dirige destina-se a zelar pela causa das mulheres, família e protecção social.
“A mulher é a base da família e da sociedade e protegendo a sociedade, estamos a cumprir o nosso papel de protecção social. Portanto, não podemos fazer isso de forma isolada”, sustentou.
Defendeu que as boas práticas e valores devem ser cultivados no seio da família e na comunidade para depois chegar ao topo.
Cadi Seide frisou que por isso entenderam que sozinhas não podem fazer tudo o que planearam pelo que necessitam da comunicação social.
“A comunicação é quem transmite, educa e orienta a sociedade.Vocês podem entender muito bem que a sociedade guineense tem um grande respeito para a comunicação social. A título de exemplo, habitualmente se afirma no nosso quotidiano, que oiço essas informações nas rádios”, disse.
Aquela responsável salientou que tudo o que foi dito na imprensa a sociedade o considera o mais correcto, acrescentando que, para o efeito, a comunicação social tem por obrigação de informar bem.
“Nós pretendemos fazer chegar a nossa voz, as nossas ideias, e os resultados do nosso trabalho à população através dos meios de comunicação social”, disse.
A ministra da Mulher,Família e Protecção Social, sublinhou que a comunicação social pode revolucionar uma sociedade e fazer mudar a mentalidade das pessoas

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